10 MOTIVOS QUE CAUSAM DEMISSÕES
10 razões que levam a empresa a demitir o profissional
Ao contrário do que muitos podem imaginar, não é apenas o funcionário
que perder quando ocorre um processo de demissão. A empresa também sai
prejudicada, pois além dos encargos trabalhistas que estão sob sua
responsabilidade, o clima organizacional fica abalado e quem sai, leva
consigo o conhecimento que não está contido nem nos arquivos dos
computadores, mas sim dentro de sua mente. Mas, quais as principais
razões que costumam levar uma empresa a demitir um colaborador? Vamos a
alguns deles?
1 - Zona de conforto - Acreditar que sempre sabe de tudo e dizer não ao
processo de aprendizagem é candidatar-se a entrar a lista dos possíveis
dispensáveis. Hoje, o velho ditado popular "Não é possível ficar parado
nem no tempo e nem no espaço", vale mais do que nunca, afinal empresas e
pessoas estão em constante processo desenvolvimento. Para isso, o
indivíduo necessita estar disposto a aprender.
2 - Resistência às mudanças - Existem pessoas que nem sabe aquilo que o
processo de inovação irá proporcionar e logo utiliza frases do tipo
"Isso não vai dar certo" ou, ainda, "Em time que está ganhando, não se
mexe". Dizer não ao novo, é perder espaço dentro da empresa e se mostrar
contrário a algo que pode ser uma porta para o crescimento
3 - Geração de conflito - Não há empresa que tenha estímulo de manter em
seu quadro um profissional que sempre seja a "mola propulsora" de
conflitos internos. Logicamente que ninguém vive em um eterno mar de
rosas, mas é preciso saber conviver com os colegas de trabalho e mediar
situações conflitantes. Não falo aqui em baixar a cabeça e perder a
personalidade, mas sim em ser assertivo, ou seja, saber defender seu
ponto de vista com argumentos que façam a outra parte refletir. E quando
for preciso, reconhecer que também se pode estar errado e pronto para
mudar determinada postura.
4 - Comunicação interpessoal - A comunicação interpessoal tem sido
apontada como uma das principais competências que alavancam a carreira
de um talento. Contudo, quando a pessoa não consegue colocá-la em
prática e tampouco se preocupa em aprimorá-la, cedo ou tarde será mal
interpretado e isso pode ser o ponto de partida para um processo de
desligamento. Saber comunicar-se bem e ouvir o que o outro tem a dizer,
tornou-se indispensável no mundo organizacional.
5 - Comunicação infundada - Uma conversinha aqui, outra ali e a "rádio
peão" começa a ganhar força entre os corredores da empresa, disseminando
informações infundadas e fofocas que podem prejudicar tanto à
organização quanto ao clima interno. O profissional que adere ao clima
do "disse me disse" perde credibilidade tanto junto aos seus colegas
quanto à liderança. E esse pode se tornar um motivo para desligar a
pessoa do quadro funcional.
6 - Presenteísmo - Viver sempre com a cabeça no "mundo da lua", quando
se está no posto de trabalho é comprar uma viagem para fora da empresa.
Há pessoas que dedicam boa parte do seu tempo a atividades que não estão
relacionadas às suas atividades laborais e depois, quando são
desligadas, questionam o motivo da demissão. Estar apenas com o corpo
presente na empresa, não significa que se esteja cumprindo com as
responsabilidades e nem atendendo às expectativas do negócio.
7 - Absenteísmo - A ausência física do profissional durante o expediente
de trabalho é outro grande problema enfrentado pelas empresas. Muitas
vezes, o profissional imagina que uma desculpa aqui, outra ali, fará com
que a liderança sempre colocará panos mornos nas suas falhas. Por mais
que exista flexibilidade na organização, toda ela sempre espera que o
colaborador cumpra seu papel e quando este precise se ausentar,
justifique-se e, se possível, através de um documento que comprove sua
argumentação como um atestado médico ou uma declaração de que precisou
comparecer a determinado órgão para resolver um assunto intransferível
(presença ao Tribunal Regional Eleitoral, por exemplo).
8 - Trabalho em equipe - Quando se fala que o trabalho em equipe
fortalece uma organização não é por acaso. Não existe profissional que
tenha conquistas, isolando-se em uma ostra e ficando longe dos seus
pares. É preciso que exista uma interação constante entre as pessoas, a
fim de que as pessoas possam somar esforços e obterem resultados cada
vez mais expressivos.
9 - Competência técnica - Esse é sem dúvida alguma um fator óbvio: a
falta de competência técnica para o exercício das atribuições leva o
profissional a ser desligado da organização. Não adianta dizer que sabe
fazer algo que foge ao seu controle, porque as consequências aparecerão e
se tornarão visíveis para os pares e a liderança. Se um novo
equipamento for adquirido e seja de difícil manuseio, a área de
treinamento existe para auxiliar o profissional a desenvolver as
competências que necessárias à sua função.
10 - Eu sou o sol! - "Eu sou o sol... Sou eu que brilho", essa parte da
estrofe da música ‘O Dia Que O Sol Declarou O Seu Amor Pela Terra", de
Jorge Bem Jor, não deve ser levada para o dia a dia corporativo. Isso
porque não somos um sistema solar e nada funciona ao redor dos nossos
umbigos, pelo contrário. Acreditar que é insubstituível e que a empresa
só funciona em torno de si é levar o funcionário ao extremo do
egocentrismo fantasioso, porque uma empresa não se faz com uma única
pessoa e todos têm o seu valor. Quando o colaborador pensa que é o
"astro rei", brilha para a filha dos demissíveis.











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